Reportagem X Documentário: duas reflexões sobre a leitura.

Reportagem X Documentário: duas reflexões sobre a leitura.

Refletir sobre o papel da leitura na sociedade é fundamental para formar bons leitores. Para auxiliar nessa reflexão sugiro a reportagem “Leitura” e o documentário “Futuro da leitura”.
Porém, quais são as diferenças entre uma reportagem e um documentário?

Diferenças básicas: abordagem, formato e produção.

1. Abordagem do conteúdo
Reportagem – relaciona o conteúdo com algum assunto em pauta na mídia, de acordo com pauta anteriormente estipulada.
Documentário – tem caráter autoral e procura falar de assuntos paralelos, polêmicos ou que deixaram de ser abordados e têm importância para a sociedade.

2. Forma de abordagem
Reportagem – tentará abordar o assunto de vários pontos de vista, na tentativa de ser imparcial e atingir uma expectativa prévia da pauta e do espectador. Trabalha com um tempo pré-determinado, que se encaixa na grade da emissora.
Documentário – geralmente se posiciona (toma partido) diante do assunto e tem autonomia em relação ao tempo. Procura instigar ainda mais, levantando questionamentos, inquietações e promovendo a reflexão.

3. Produção
Reportagem – Geralmente utiliza a estrutura clássica da reportagem em televisão, ou seja, a construção de off’s (textos), sonoras (entrevistas) e passagem do repórter. Segue as pautas e de acordo com o material encontrado, cria novas pautas.
Documentário – Não segue uma estrutura padrão. Parte de um pré-roteiro que pode ser modificado de acordo com o material encontrado, mas seguindo a proposta inicial. Tem produção semelhante/igual ao cinema: pré-produção (planejamento), pré-roteiro (organiza idéias), produção técnica (orçamento, materiais).

Agora que você já sabe o que é uma reportagem e um documentário, vamos assistir aos vídeos sugeridos?

Esta reportagem mostra o esforço de todos em incentivar a leitura, o trabalho de quem dedica tempo e energia para formar um país de leitores, com as características citadas acima: imparcialidade e roteiro pré – definido:

Este documentário resgata a história dos livros através dos tempos até a atualidade, onde a leitura é agregada ás novas tecnologias, mostrando muito bem a característica de autoria desse tipo de vídeo, além da posição explícita do autor diante do assunto:

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Uma professora muito maluquinha – Ziraldo

Nessa semana em que comemoramos o dia do professor sugiro a leitura deste livro de Ziraldo e em seguida que assistam ao filme de André Alves Pinto. Fazer uma comparação entre a linguagem escrita e a linguagem de cinema da mesma história pode ser interessante!

 

 

Lançado em 1995, o livro “Uma Professora Muito Maluquinha” é um dos grandes sucessos de Ziraldo. Já vendeu mais de 380 mil exemplares, foi traduzido para o espanhol e virou série de livros em quadrinhos.
O livro conta os revolucionários métodos de ensino de uma jovem professora dos anos 40, que marcaram a vida de seus alunos. Usando ilustrações de revistas como O Cruzeiro, quadrinhos como Reco-Reco, Bolão e Azeitona, cartazes e anúncios, Ziraldo faz também a crônica de uma época, vista pelos olhos das crianças.

O livro foi adaptado para o cinema e ficou maravilhoso…

Depois de estudar na capital, a jovem Cate, 18 anos, volta a sua cidadezinha no interior de Minas Gerais, para dar aulas na escola primária. Entusiasmada, livre e comunicativa, ela conquista os alunos no ato, mas seu comportamento de vanguarda não agrada às professoras conservadoras da década de 40.
As aulas da Professora Maluquinha são uma aventura feliz, uma contínua brincadeira. A cada dia ela traz ideias novas. Toda aula começa com uma frase diferente no quadro e um prêmio para quem a ler mais depressa. Depois, Cate inventa a máquina de ler: uma bobina de papel de embrulho de loja com uma manivela. Ela gira o rolo e as crianças leem os versos que surgem. De outra vez, leva a turma para assistir ao filme Cleópatra no cinema. E assim seus alunos conhecem a História universal, decoram tabuada com música e leem cada vez mais depressa.
Ao mesmo tempo em que descobrem o prazer de aprender, os amigos da escola também têm as primeiras aulas sobre amor, amizade e liberdade. E a professorinha não conquista só os alunos: os rapazes mais bonitos da cidade caem de amores por ela. O professor de Geografia Mário, o romântico Pedro Poeta, o boêmio Carlito e o galã Rodolfo Valentino se revezam nas tentativas de conquistar a moça.
Criada por Tia Cida e sobrinha do Monsenhor Aristides, Cate cresceu junto com o afilhado do tio, Beto, que se tornou padre e volta à cidade depois de ter estudado fora. Padre Beto é quem supervisiona a escola e repreende a moça a cada queixa das outras professoras. Os namoricos de Cate o deixam mordido de ciúme, mas ele não admite. Conta tudo ao Monsenhor, que tem a maior paciência com as maluquices de sua protegida.
No fim do ano, Cate propõe uma revolução: seus alunos não precisam fazer a prova final, porque ela garante que eles aprenderam muito além do que está nos livros didáticos. Mas sua maior ousadia ainda estava por vir, passar por cima de qualquer barreira em nome do amor.

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Tirinhas no processo de leitura

Tirinhas no processo de leitura

O incentivo a leitura é fundamental para que o aluno avance em seu processo de conhecimento. A tirinha é uma forma divertida para se trabalhar leitura, gênero textual, interpretação, ortografia e o humor, muitas vezes presente nesse gênero textual.

A tirinha em sala de aula é importante para que o aluno perceba que a linguagem tem duas formas distintas de ser utilizada: uma culta (padrão, formal), pois temos uma gramática normativa e outra coloquial (informal), que é a linguagem que os indivíduos geralmente utilizam na fala de acordo com o lugar de convivência e que mais se aproxima da linguagem oral.

Fazer a interpretação oral de tirinhas através de pequenos teatros, por exemplo, além de desenvolver a entonação e outros conceitos acima citados, tornará suas aulas muito mais atrativas e a leitura muito mais significativa.

A tirinha acima é do talentoso Alexandre Beck que retrata em forma de tirinhas o personagem Armandinho e seus questionamentos próprios da infância. Conheçam outras de suas tirinhas em:

https://www.facebook.com/tirasarmandinho?fref=ts

http://tirasbeck.blogspot.com.br/

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Leia para uma criança – Banco Itaú

Leia para uma criança - Banco Itaú

“Ler para uma criança é um gesto simples e muito importante. Por meio dele, contribuímos para a educação, a cultura e o lazer das crianças e ajudamos a mudar para melhor o futuro do Brasil”.

Com essa frase o Banco Itaú vem mais uma vez com a Coleção Itaú de Livros Infantis que foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil.
Todos os anos o banco disponibiliza livros gratuitos para as crianças e, o mais interessante é que incentiva a rotatividades dos exemplares, ou seja, depois que ler passe adiante.
Vale lembrar que qualquer pessoa pode fazer a solicitação, não sendo necessário ter conta no banco Itaú. Mais uma dica do banco :

BANCOITAU

                             (clique na imagem para ampliá – la)

Importante ressaltar que o blog somente está divulgando a campanha, devido a importância social que ela representa. Para qualquer contato, dúvida ou pedido, entrem no site do banco:

https://www.itau.com.br/itaucrianca/

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A leitura através de músicas sobre os direitos das crianças

A leitura através de músicas sobre os direitos das crianças

O prazer pela leitura surge através de aulas que propiciem interesse através de materiais diversificados.
Por isso trabalhar a leitura de músicas em sala de aula propicia aos educandos ler com compreensão, entonação e fluência as músicas cantadas e recitadas em forma de poesias.
Diante disso estou dando continuidade com atividades de leitura sobre a Semana da Criança sugerindo o CD do cantor Toquinho que contém músicas lindas sobre o tema Direitos das crianças. São elas:

1 – Deveres E Direitos – princípio I
2 – Gente Tem Sobrenome – princípio III
3 – Bê-A-Bá – princípio III
4 – Natureza Distraída – princípio V
5 – Castigo Não – princípio IX
6 – Imaginem – princípio X
7 – Errar É Humano – princípio II
8 – De Umbigo A Umbiguinho – princípio IV
9 – Cada Um É Como É – princípio VI
10 – É Bom Ser Criança – princípio VIII

Letras e vídeos das músicas neste site:

http://www.vagalume.com.br/toquinho/gente-tem-sobrenome.html

Músicas para download:

http://www.4shared.com/

(necessita de cadastro no site para baixar as músicas; digitar o título de cada música + Toquinho e seguir as instruções; é gratuito)

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Vídeo – O direito das crianças segundo Ruth Rocha.

Não consegui disponibilizar as imagens do livro de Ruth Rocha sobre os direitos das crianças, porém encontrei este vídeo que mostra o conteúdo escrito do livro…

Todas as crianças têm direito a um nome, a uma casa, a comida e estudo. Mas também têm direito a ouvir histórias, andar na chuva e brincar de adivinhação – afinal, a infância é o tempo em que começamos a perceber o tamanho do mundo e descobrir quem somos. Inspirada nas idéias de igualdade universal – e também nas brincadeiras e emoções que só as crianças conhecem -, Ruth Rocha escreveu um livro de poesia sobre aquilo que não pode faltar durante a infância. E esta poesia pode ser lida através deste vídeo. Bom proveito!

Vídeo

Os direitos das crianças segundo Ruth Rocha

Os direitos da criança num olhar todo especial, do jeitinho que nossas crianças merecem…

Os-direitos-das-crianças-por-Ruth-Rocha

                                            (clique na imagem para ampliar)

Infelizmente, não consegui localizar o livro na íntegra, porém deixo aqui todas as dicas e utilidades desse rico material de leitura:

Os Direitos das Crianças Segundo Ruth Rocha
Autor: Rocha, Ruth
Sinopse: Esta é uma declaração dos direitos da criança em forma de poema! Ruth Rocha conta o que não pode faltar na vida de quem ainda não virou gente grande. Um apêndice apresenta momentos decisivos da história da conquista dos direitos infantis, como a criação do Unicef e a promulgação no Brasil do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Vamos aproveitar também e ler a biografia dessa grande escritora:

Ruth Rocha é escritora, começou a escrever em 1967, para a revista Claudia, artigos sobre educação. Participou da criação da revista Recreio, da Editora Abril, onde teve suas primeiras histórias publicadas a partir de 1969. “Romeu e Julieta”, “Meu Amigo Ventinho”, “Catapimba e Sua Turma”, “O Dono da Bola”, “Teresinha e Gabriela” estão entre seus primeiros textos de ficção. Ainda na Abril, foi editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.
Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

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